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11-04-2016

Cirurgia estética natural

reguladores de la adiposidad Atribui-se geralmente uma má genética ou um excesso de alimentação às pessoas que acumulam facilmente gordura. Contudo, inúmeros estudos científicos mostram que associado à hipertrofia dos adipócitos em diferentes zonas corporais está um mau equilíbrio hormonal. Antes, perder gordura localizada era um mito; hoje em dia, a investigação prova o contrário1.

Se emagrecer é fácil, perder gordura de forma duradoura é outra coisa totalmente diferente. 95% das pessoas recuperam pelo menos o peso que tinham inicialmente nos cinco anos a seguir a fazerem dieta2. Baixar o seu nível de gordura corporal para menos de 10% não é difícil para um bom nutricionista, mas não é tão fácil perder determinadas gorduras localizadas recalcitrantes. Desfazer-se, por exemplo, da gordura no interior das coxas ou do pequeno pneu no baixo-ventre exige um pouco mais de compreensão da fisiologia hormonal.
Muitas pessoas têm gordura localizada principalmente devido a determinadas anomalias na sua bioquímica orgânica. Um mau equilíbrio hormonal, como um excesso de insulina ou de cortisol no sangue, um nível baixo de hormona do crescimento, o excesso de testosterona na mulher ou um nível baixo de testosterona no homem são sinais disso mesmo. Saber localizar estes locais onde se acumula o tecido adiposo permite implementar estratégias naturais, sem passar pela intervenção cirúrgica.

Excesso de peso – genótipo versus fenótipo

Tecido adiposo em excesso constitui um perigo real para a esperança de vida. A pressão dos media impele muita gente a desejar conseguir um fenótipo atlético. Actualmente, os cientistas – incentivados pela indústria farmacêutica – atarefam-se a procurar a molécula milagrosa ou o gene responsável pelo excesso de peso, sem que ninguém se interesse pelas causas desse excesso de peso.
Para 90% das pessoas, o responsável pelo excesso de peso é um ambiente inadaptado3. Para dar um exemplo pessoal, a minha genética não me predispõe a ser particularmente magro nem a ter um físico atlético e tenho tendência a ganhar peso. Ao examinar com atenção os meus testes genéticos, observo que tenho 8 genes factores de obesidade e de síndrome metabólica. Mas, o mais importante é o fenótipo – a mistura dos genes e do ambiente. Assim, ao não expor os meus genes à má alimentação, ao praticar exercício físico moderado, ao gerir o meu stress, ao dormir o suficiente, ao expor-me regularmente a um mínimo de tempo de luz do dia e ao fornecer bons complementos alimentares, aproximar-me-ei de uma melhor saúde e de um “fenótipo atlético”.

Potentes reguladores da adiposidade

Ao controlar a sua higiene de vida, o ser humano contribui para melhorar o seu sistema hormonal. As hormonas exercem uma forte influência na distribuição das gorduras corporais. O excesso de peso que vem com a idade deve-se a uma cascata de alterações hormonais e fisiológicas. A idade, uma má alimentação, a falta de exercício físico ou uma má gestão do stress desregulam profundamente a homeostasia hormonal, sendo a principal consequência o aumento da gordura corporal.
As hormonas responsáveis pelas pregas e outras “gordinhas nas ancas” são lipogénicas: a insulina e o cortisol são as mais conhecidas. Por outro lado, as que permitem moldar harmoniosamente o corpo são lipolíticas (destruidoras de gordura) e anabólicas (geradoras de massa muscular). Estas campeãs do fitness são a testosterona, a DHEA, a hormona do crescimento e as hormonas tiroideias (principalmente a tri-iodotironina ou T3).
Assim, ao gerir a função do pâncreas e das supra-renais, reduz em 80% os riscos de patologias e melhora a sua composição corporal. As hormonas actuam na acumulação ou na perda de tecido adiposo por vários mecanismos diferentes, sendo os principais a acção da lipoproteína lipase (LPL), dos adipócitos e dos mecanismos adrenérgicos. Assim, o cortisol e a insulina em excesso facilitam a acumulação das gorduras potenciando a LPL. A hormona do crescimento e as hormonas sexuais inibem-na, acelerando dessa forma a lipólise ao estimular a AMP cíclica através de receptores beta adrenérgicos.
A gordura corporal é distribuída de maneira diferente nos homens e nas mulheres. Os homens acumulam a gordura na parte superior do corpo (forma de maçã) e as mulheres na parte inferior (forma de pêra). Outra diferença é a diferença nos riscos associados à obesidade. Nos homens, ela acarreta uma frequência acrescida de diabetes de tipo II, doenças coronárias e mortes prematuras, ao passo que as mulheres estão relativamente protegidas até à menopausa.

A assinatura hormonal da gordura localizada

Regra geral, um mau equilíbrio hormonal é causado por uma má higiene de vida ou por um ambiente desfavorável. Podemos intervir na gordura localizada em excesso compreendendo a assinatura hormonal em determinadas partes do corpo.
Existem oito locais capazes de fornecer informações sobre vários problemas hormonais do organismo. Podemos examiná-los rapidamente visualmente ou então de forma mais precisa, com a pinça da prega cutânea, que indica a espessura do tecido adiposo.
Oito zonas de gorduras localizadas = oito assinaturas hormonais


Face e pescoço: são as primeiras zonas onde o excesso de gordura diminui com uma dieta. Não estão particularmente associadas a um desequilíbrio hormonal.
Quadricípites e tricípites: um excesso de gordura nas coxas e nos tricípites está relacionada com um nível elevado de estrogénios.
Supra-ilíaca e sub-escapular: famosas “gordurinhas nas ancas” e gordura a meio das costas reflectem uma sensibilidade medíocre à insulina e uma intolerância aos hidratos de carbono.
Infra-umbilical: a pequena prega de gordura por baixo do umbigo e o abdómen com hipertrofia, como na síndrome metabólica, indiciam um excesso de cortisol, a hormona do stress. Podem também coexistir uma deficiência em testosterona nos homens e um excesso nas mulheres.
Peitorais e tricípites: nos homens, um excesso de gordura nesta região indicia uma falta de testosterona ou um excesso de estradiol.
Axilar média: esta zona está correlacionada com a hormona tiroideia.
Joelho: o excesso de tecido adiposo nesta zona está ligado a um défice de hormona do crescimento.

Cirurgia estética natural

Depois de feito o diagnóstico de localização de gordura, é preciso estabelecer um protocolo para a fazer desaparecer. Em todos os casos, é indispensável uma alimentação hipotóxica e hipoalergénica: alimentação biológica rica em legumes e frutas, peixes, carnes magras, frutos secos e óleos extraídos a frio consumidos com moderação, bem como o afastamento das intolerâncias alimentares, sinónimas de fracasso na perda de peso.
O aspecto calórico tem a sua importância, mas não basta. Emagrecer não quer dizer nada. A maioria das dietas causam a perda de água e de massa muscular, mas apenas abrandam o metabolismo. Basta um défice ligeiro diário de 500 calorias.
Uma profusão de pesquisas científicas mostra que a repartição entre as gorduras, as proteínas e os glúcidos tem efeitos importantes na perda de gordura corporal e no metabolismo, por via de sinalizações diferentes4, 5, 6. Permite jogar com as hormonas (insulina, leptina, glucagon, etc.), o apetite, a termogénese (produção de calor), as UCPs (uncoupling proteins) e em 1000 outros efeitos que seria demasiado cansativo explicar aqui.
É a lei da termodinâmica. Actualmente, os nutricionistas são forçados a admitir que uma dieta com igual número de calorias tem consequências diferentes na leptina, no gasto energético, na assimilação alimentar e no equilíbrio azotado, o que sugere que uma adaptação fisiológica a uma dieta pode ser alterada pela composição dos macronutrientes. A toma diária de um complexo de multivitaminas-minerais pode corrigir um défice específico, particularmente quando existe uma acumulação de gordura associada a desequilíbrios hormonais. Praticar exercício físico é mais do que desejável. Ser activo, caminhar, correr com moderação e praticar musculação uma a duas vezes por semana é suficiente. Frequentemente, a gordura localizada não se elimina rapidamente ou nunca. A toma de um suplemento específico e personalizado dará excelentes resultados pelos seus efeitos de modulação do sistema hormonal.

1ª zona nas mulheres: quadricípites e tricípites

Um excesso de gordura no interior das coxas e nos tricípites indica a existência de níveis de estrogénios mais ou menos elevados7. Nas mulheres, os tricípites flácidos e gordos são sinal de um mau equilíbrio hormonal por excesso de estrogénios ou dos seus metabolitos, de xeno-estrogénios ou ainda pela toma de uma pílula não adequada contendo progestativos ou tipos de estrogénios inadaptados.
O excedente de estrogénios aumenta o número de receptores adrenérgicos alfa 2 nos adipócitos com hipertrofia nestas zonas do corpo, principalmente na gordura ginoide. Assim, como evidenciam os estudos do professor Lafontan, director do Inserm de Toulouse, o excesso de receptores alfa 2 reduz significativamente a lipólise8 e trava a perda de gordura, mesmo com um esforço físico.
O nosso ambiente e a nossa alimentação colocam-nos em overdose de estrogénios9. Sem disso ter-mos consciência, engolimos, respiramos e induzidos no nosso corpo inúmeros produtos que funcionam como os estrogénios. Estas substâncias, “os xeno-estrogénios” (em grego, xeno significa “estranho” ou “que vem do exterior”), estão por todo o lado no nosso meio ambiente, nas nossas casas e em toda a cadeia alimentar.
Lipoaspiração fitoterapêutica da zona dos glúteos


Para perder gordura ginoide é necessário eliminar as fontes de poluentes: bifenilos policlorados (PCB) nas ceras, nas colas, nos aerossóis, nos pesticidas-insecticidas da nossa alimentação, os ftalatos dos plásticos libertados com o calor da cozedura, todos fornecedores de xeno-estrogénio.

• A fitoterapia permite reduzir e desintoxicar o excesso de estrogénios e de xeno-estrogénios e estimular simultaneamente a lipólise inibida pelo aumento dos receptores alfa 2.
• É preciso expulsar estes xeno-estrogénios pelos indol-3-carbinol contidos em determinados legumes, como as couves e os brócolos ou, em forma mais concentrada em suplemento10. Um outro indol muito potente, o dindolilmetano (DIM) evidencia uma actividade anti-estrogénica e lipolítica. Um estudo recente11 produziu resultados animadores: o grupo testado ganhou 1,3 kg de músculo e perdeu 1,3 kg de massa gorda em 8 semanas.
• A toma de ioimbina, um antagonista do alfa 2, poderia ser o agente ideal12. Lamentavelmente nas mulheres, por via oral, a sua absorção nestas zonas adiposas é medíocre; por outro lado, em aplicação cutânea, é mais eficaz mas as formas disponíveis em creme contêm muito poucos princípios activos13.
• Um dos agentes mais eficazes na lipólise continua a ser a forscolina14. Em caso de celulite, todos estes agentes são eficazes, mas enzimas proteolíticas como a bromelaína podem complementar a sua acção. No caso da celulite fibrosa, os açúcares fornecidos pela alimentação devem ser significativamente reduzidos de forma a limitar o fenómeno de glicação das proteínas que está na sua origem.

2ª zona: a gordura supra-ilíaca e infra-escapular, as “gordurinhas nas ancas” (mulheres e homens)

As pessoas que acumulam a gordura de forma exclusiva na região supra-ilíaca e, em medida inferior, na região infra-escapular têm um excesso de insulina devido a uma resistência à insulina15. Esta anomalia hormonal de insulinoresistência reduz ainda mais o efeito pulsátil da hormona do crescimento, importante para a oxidação das gorduras16. O organismo deixa de utilizar eficazmente a sua glicose, criando uma variedade de problemas, sendo o mais importante a falta de energia e a acumulação de gordura, nomeadamente nestas regiões. Nas mulheres, pode também existir um excesso de testosterona.
Lipoaspiração fitoterapêutica das zonas supra-ilíaca e sub-escapular


Numa primeira fase, o controlo dos níveis de açúcar no sangue parece incontornável e concretiza-se em refeições mais modestas com baixa carga glicémica e com menos hidratos de carbono17. São ricos em fibras, hipotóxicos e hipoalergénicos. O exercício físico reforça a sensibilidade à insulina.
•Inúmeros atletas tomam, 20 a 30 minutos antes das refeições, R-ácido lipóico18 pelos seus efeitos notáveis na sensibilidade à insulina. A dose pode variar entre 100 a 300 mg consoante a quantidade de hidratos de carbono ingerida. Os omega 3, o picolinato de crómio e o vanádio reduzem também a resistência à insulina e permitem perder estas “gordurinhas nas ancas”19.

3ª zona: a gordura infra-umbilical (gordura visceral)

O excesso de gordura nesta parte do corpo denota uma produção acrescida de cortisol20. Um nível elevado de cortisol no sangue reduz fortemente os níveis de hormonas lipolíticas, como a hormona do crescimento e a testosterona, e, para rematar, aumenta de forma considerável a insulinoresistência. Uma verdadeira “sopa hormonal” negativa, que tem como consequências inúmeras patologias como a síndrome X, a diabetes de tipo II, a obesidade e problemas cardiovasculares. Antes de ser inestético, este excesso de gordura é perigoso pois pode ser precursor de adipocitoquinas pró-inflamatórias.
Lipoaspiração fitoterapêutica da zona umbilical


A chave reside em reduzir o excesso de cortisol21 limitando o consumo de cafeína e de açúcar. A gestão do stress é imperativa, mas a adição de suplementos que actuam no controlo do eixo do stress é de bom presságio para diminuir rapidamente este excedente de tecido adiposo.
• A Rhodiola rosea actua nas hormonas do stress diminuindo nomeadamente o excesso de estimulação do eixo do stress (CRF-ACTH-cortisol), bem como o esgotamento das catecolaminas (noradrenalina e adrenalina) da glândula supra-renal22, 23. Por esta via, previne os efeitos negativos do stress agudo e crónico e o aumento da gordura visceral e infra-umbilical.
• A fosfatidilserina24 diminui também a produção de cortisol, em doses de 400 a 800 mg. Os omega 3 reduzem o apetite, queimam gorduras, impedem a sua acumulação, baixam o nível de hormonas do stress e melhoram a sensibilidade à insulina e à leptina.

4ª zona: peitorais e tricípites (homens e mulheres)

Nos homens, a partir dos 40 anos, as alterações hormonais surgem paralelamente ao excesso de gordura nas regiões abdominal e peitoral. O mais significativo é a diminuição da testosterona livre em simultâneo com o aumento do estradiol25. O nível de estradiol sobe devido a uma produção excessiva de aromatase, uma enzima que transforma a testosterona em estrogénios. Estes últimos são essenciais nos homens, mas perigosos para a saúde (enfarte, hipertrofia da próstata) quando em nível excessivo. Quando existe muito pouca testosterona, os estrogénios ligam-se aos seus receptores em todo o organismo e no hipotálamo, travando assim a sua produção endógena testicular. Existe assim um ciclo vicioso responsável por problemas de libido e de excesso de gorduras corporais (peitorais e abdómen). Neste caso, a administração de testosterona não funciona devido à actividade elevada de aromatização. Uma outra complicação é o aumento da produção da sex hormone-binding globulin (SHBG), que liga a testosterona livre no sangue e a torna inutilizável nos receptores celulares.
Lipoaspiração da zona peitoral


A higiene de vida é primordial. O excesso de gordura é fornecedor de estrogénios e a perda de tecido adiposo permite optimizar a sua relação testosterona/estradiol. O álcool e determinados medicamentos que perturbam as funções hepáticas devem ser postos de lado. A inibição da aromatase tem como consequência a diminuição do nível de estradiol e o aumento do de testosterona26.
• Todas as moléculas capazes de inibir a aromatase são mais que recomendadas aos homens nesta situação. A toma de crisina associada à de piperina inibe de forma natural a aromatase, aumentando os níveis de testosterona livre e reduzindo o nível de estradiol. O mesmo se passa com o resveratrol27. Um melhor nível de testosterona permite assim perder gordura corporal, nomeadamente no peito. A toma de um extracto de urtiga (Urtica dioica) permite “soltar” a testosterona da SHBG e pôr a circular mais testosterona livre (forma útil) para a combustão das gorduras28.

5ª zona: axilar média (homens e mulheres)

Quando a tiróide deixa de funcionar correctamente, podem surgir vários problemas de saúde, aumento de peso (mesmo sem grande apetite) e dificuldade de emagrecer. Em caso de hipotiroidismo confirmado por exames, é indispensável um tratamento de substituição receitado por um médico. Contudo, existem várias formas de melhorar o funcionamento de uma glândula preguiçosa. Em primeiro lugar é necessário eliminar alguns legumes crus, em particular as crucíferas como as couves de Bruxelas, a couve-flor, os brócolos, a couve frisada e a soja, que contêm nutrientes químicos chamados goitrógenos, que abrandam o funcionamento da glândula.
Lipoaspiração da zona axilar média

Segundo um estudo recente, 50% dos pacientes que sofrem de uma deficiência da tiróide viram o seu estado melhorar após terem consumido um suplemento de zinco29. O selénio30 (em doses de 100 a 200 mcg) e o ferro são também indispensáveis ao seu bom funcionamento. Fazem subir o nível da enzima 5-deiodinase no fígado para produzir mais T3. O guggul31 e o ashwagandha32, utilizados na medicina ayurvédica, têm a propriedade de estimular e de regular a actividade da tiróide. Uma quantidade de iodo insuficiente ou em excesso pode causar uma insuficiência de hormonas tiroideias. Neste caso, uma alga como o Fucus visiculosus permite restabelecer as suas secreções. Com o metabolismo aumentado por esta via, o organismo desembaraça-se rapidamente do seu excesso de gorduras.

6ª zona: joelhos (homens e mulheres)

Um excesso de gordura acima do joelho indicia uma deficiência na hormona do crescimento. Existem outros sintomas: cabelos finos, lábios e zona do maxilar emagrecidos, pele desidratada e ventre descaído. O excesso de comida ou a má alimentação, precursores de insulina, de stress crónico, precursor de cortisol, são responsáveis por uma redução no nível de hormona do crescimento, da qual impedem a libertação. Horas insuficientes de sono e pouco exercício físico podem também ter influência.
Lipoaspiração do joelho


Para melhorar a sua hormona do crescimento, a higiene de vida é primordial, bem como um bom equilíbrio hormonal. Praticar intensivamente exercício físico uma a duas vezes por semana durante 20 minutos é suficiente para a melhorar quando se faz uma alimentação saudável com aminoácidos em quantidade suficiente. Aconselha-se a toma de glutamina, de ornitina e de arginina ao deitar com o estômago vazio para aumentar a sua produção endógena, sinónimo de perda de gordura corporal33.
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