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24-08-2016

A taxifolina: um papel importante para a saúde dos capilares

Taxifoline Foram publicados perto de 600 estudos, realizados na sua maioria na Rússia, sobre os efeitos da taxifolina – um potente flavonóide extraído do larício da Sibéria. Estes estudos mostraram que a taxifolina protege as membranas celulares, melhora a actividade dos capilares e a microcirculação sanguínea em todo o organismo e normaliza o metabolismo a nível celular. Exerce igualmente actividades anti-inflamatórias e hepatoprotectoras, tem um efeito antiedematoso, baixa os níveis de colesterol e reduz a formação de coágulos e a viscosidade sanguínea. Actua em sinergia com a vitamina C, da qual reforça os efeitos.

Os flavonóides reforçam a elasticidade e a estanquecidade dos vasos sanguíneos

Os flavonóides são compostos fenólicos presentes em inúmeros organismos vegetais. Foram isolados em 1814 pelo cientista E. Chevreul, mas só foram realmente descobertos em 1936, praticamente por acaso, por Albert Szent-Györgyi. Um amigo tinha conseguido eliminar o sangramento das suas gengivas tomando um produto em bruto à base de vitamina C isolada do limão. Mais tarde, quando as gengivas do seu amigo recomeçaram a sangrar, Szent-Györgyi deu-lhe uma forma mais pura de vitamina C, pensando obter assim um melhor resultado. Mas a forma mais pura de vitamina C revelou-se ineficaz. Então Szent-Györgyi deu ao amigo uma fracção de flavonóide isolada do suplemento original de vitamina C em bruto. As gengivas do amigo ficaram então completamente curadas.
Szent-Györgyi pôs de seguida em evidência a capacidade dos flavonóides para reduzir a permeabilidade dos vasos sanguíneos e a sua acção sinérgica com a da vitamina C. Foi por esta razão que inicialmente lhes chamou vitamina P, de “permeabilidade”. Contudo, os flavonóides não têm a actividade de vitaminas. Este cientista húngaro ganhou o prémio Nobel pelos seus trabalhos sobre a vitamina C e sobre as propriedades bioquímicas dos flavonóides. Os flavonóides ajudam a reforçar a elasticidade e a estanquecidade dos vasos sanguíneos e, consequentemente, a sua resistência. Actuam igualmente como potentes antioxidantes, protegendo o organismo do stress oxidativo e do ataque dos radicais livres. Têm também o poder de reforçar os efeitos da vitamina C.

A taxifolina é um flavonóide potente

Em meados dos anos 50 do séc. XX cientistas extraíram e descreveram pela primeira vez a taxifolina, ou diidroquercetina – um análogo da quercetina ou da rutina – com propriedades algo diferentes. Exprime actividades de vitamina P, que reforçam as membranas vasculares, reduzem as reacções alérgicas e inflamatórias. Possui igualmente um grande número de propriedades que não partilha com a maioria dos outros bioflavonóides. Assim, a taxifolina exerce uma actividade antioxidante muito mais potente de que a da maioria dos flavonóides.
A maioria das investigações sobre a taxifolina foram conduzidas na Rússia, no Instituto de medicina da aviação e do espaço, no colégio médico do exército (depois chamado S.M.-Kirov), no hospital central militar (depois chamado N.M.-Burdenko), no 6º hospital central militar e no Instituto do cérebro da academia russa das ciências.

A taxifolina inibe o stress oxidativo e a inflamação

A taxifolina demonstrou um potente efeito neutralizador dos radicais livres. Em particular, ela consegue destruir dois dos mais perigosos tipos de radicais livres encontrados no organismo: os radicais superóxidos e peróxidos. Protege os glóbulos vermelhos e brancos. Vários estudos mostraram que protege os glóbulos brancos das lesões ambientais e que – nos glóbulos vermelhos – previne a morte celular por oxidação.
O efeito antioxidante da taxifolina foi estudado em ratos Wistar com uma hepatite experimental causada por tetracloreto de metano. Os animais foram divididos em três grupos: 9 animais não tomaram nada; 9 tomaram tetracloreto de metano por via subcutânea durante quatro dias e outros 9 tomaram taxifolina (100 mg(kg) durante quatro dias com a primeira injecção de tetracloreto de metano e durante os 14 dias seguintes. O conteúdo em produto de peroxidação lipídica reagente com ácido tiobarbitúrico era 1,5 vezes mais elevado nos animais que apenas tomaram injecções de tetracloreto de metano do que nos animais do grupo de controlo ou naqueles a que havia sido administrada taxifolina. De igual modo, a actividade antioxidante do plasma sanguíneo desses animais era 1,8 a 2 vezes mais fraca do que nos restantes1.

Capilares e distúrbios funcionais

Os capilares são vasos muito finos de cerca de 5 a 8 mícrons de diâmetro, constituídos unicamente por uma camada de células endoteliais com uma lâmina basal e algumas fibras de colagénio. É ao nível dos capilares que se fazem todas as trocas entre o sangue e os tecidos vascularizados. Os vasculares fazem também a ligação entre o sistema arterial e venoso. Vários milhares de quilómetros de capilares fornecem o oxigénio e os nutrientes indispensáveis a todas as células do organismo e eliminam em simultâneo os produtos da sua actividade.
Os capilares não existem isolados; formam uma rede organizada que se intercala habitualmente entre uma arteríola e uma vénula.
Se a circulação capilar estiver afectada, as células tornam-se famintas, sedentas e sofrem de falta de oxigénio. Tal conduz em última análise à sua destruição e, a prazo, ao seu desaparecimento. Perturbações da actividade da circulação capilar estão na origem de inúmeros processos patológicos.
A teoria segundo a qual seria possível melhorar a saúde humana ajudando a aumentar a capacidade de trabalho dos capilares foi elaborada e demonstrada pelo médico russo A.S. Zalmanov, que escreveu: “Não se trata de encontrar um tratamento para determinadas doenças, mas sim reparar as funções danificadas de um órgão sem ter em conta o título do diagnóstico. E os capilares estão no cerne destes problemas funcionais.”

Perturbações da microcirculação e hipertensão arterial

Em caso de hipertensão arterial, o sistema da microcirculação responsável pela irrigação sanguínea dos órgãos sofre danos muito rapidamente. Tais perturbações têm uma grande importância clínica para a circulação sanguínea no coração, no cérebro e nos rins. Surge uma insuficiência no fluxo da microcirculação como resultado da diminuição da quantidade e da espessura dos capilares nos pacientes que sofrem de hipertensão arterial.
Ao nível da microcirculação, produzem-se alterações muito importantes das propriedades reológicas do sangue, que conduzem a um aumento da viscosidade do sangue. Alterações da reologia do sangue associadas à redução dos micro vasos são responsáveis por uma diminuição da irrigação dos tecidos e do seu fornecimento de oxigénio bem como por um aumento da resistência periférica e da tensão arterial.
A taxifolina tem diferentes propriedades susceptíveis de serem benéficas nos pacientes que sofrem de hipertensão arterial. Ensaios clínicos mostraram que ela torna os eritrócitos tão elásticos que conseguem facilmente penetrar até os vasos sanguíneos mais delicados. As subidas de tensão deixam de se produzir naturalmente e o risco de acidente vascular cerebral baixa consideravelmente. A taxifolina diminui igualmente a viscosidade do sangue e melhora a microcirculação ao nível dos capilares.
Foram realizados vários estudos na Rússia sobre este assunto, com taxifolina. O seu efeito foi testado nomeadamente em dois grupos de 40 pacientes com uma astenia neurocirculatória (forma de taquicardia) com uma hipertonia e hipertensão arterial. Aos pacientes de um dos dois grupos foi administrada uma monoterapia com um hipotensor, ao passo que ao outro grupo foi também administrada uma dose diária de 40 mg de taxifolina. No grupo de controlo, surgiu um claro efeito hipotensor entre o 3º e o 4º dia de tratamento e a dose de medicamento teve de ser aumentada em 17% dos sujeitos. Este claro efeito hipotensor surgiu nos sujeitos que tomaram também taxifolina entre o 1º e o 2º dia de tratamento; nenhum deles teve necessidade de aumentar a dose do tratamento.
Num outro ensaio envolvendo 80 homens com idades compreendidas entre os 23 e os 52 anos com uma astenia neurocirculatória de tipo hipertónico ou uma hipertensão arterial com uma arritmia extra-sistólica, 40 pacientes receberam um tratamento complexo da arritmia e os outros 40 tomaram adicionalmente 40 mg de taxifolina por dia. A eficácia do tratamento foi avaliada ao 3º, 5º e 8º dias de tratamento. O efeito anti-arritmia manifestou-se um ou dois dias mais cedo no grupo que tomou a taxifolina do que no outro grupo. Este efeito foi também 86,7% mais significativo com a taxifolina. Este ensaio mostra que a taxifolina tem uma clara acção hipotensora, antiarrítmica e total ausência de efeitos secundários.
100 pacientes com uma hipertensão de nível 1 ou 2 a seguir um tratamento médico estável foram incluídos num estudo e divididos de forma aleatória em dois grupos, que receberam taxifolina (68 pacientes) ou um placebo (42 pacientes).
Os resultados mostraram:
    - uma diminuição significativa durante três meses da tensão sistólica e diastólica nos dois grupos. Uma redução do nível da frequência das contracções cardíacas no grupo que tomava taxifolina;
    - ao fim de seis semanas, observou-se um efeito hipotensor estável ao longo do dia nos dois grupos tanto na tensão sistólica como na tensão diastólica. No final do estudo, obteve-se uma diminuição importante da tensão sistólica durante a noite apenas no grupo que tomava a taxifolina;
    - os fenómenos estagnantes no fluxo da microcirculação diminuíram no grupo que tomou a taxifolina e a microcirculação melhorou. A toma do suplemento reduziu uma parte dos danos reológicos e das perturbações hemodinâmicas nos micro vasos;
    - após seis semanas de tratamento a função endotelial estava normalizada no grupo que tomou a taxifolina.

Benéfica no tratamento das doenças cerebro-vasculares

A hipertensão arterial é um dos principais factores de risco do acidente vascular cerebral; verifica-se em 78,2% dos casos. Seguem-se a idade, a diabetes, o tabagismo, alterações aterogénicas do sistema das lipoproteínas e a hipertrofia do ventrículo esquerdo…
Foram realizados estudos no Instituto nacional de investigação sobre o cérebro da academia das ciências russa para avaliar o efeito da taxifolina em sujeitos com perturbações da circulação sanguínea cerebral.
29 pacientes com uma encefalopatia associada a disfunções da circulação cerebral, com idade média de 67,6 anos, participaram num estudo que examinou os efeitos da taxifolina. 12 de entre eles tinham sequelas de um acidente vascular cerebral de tipo isquémico. Os sujeitos tomaram durante 18 a 21 dias uma dose diária de 80 mg de taxifolina.
O método de exame incluiu:
    - uma avaliação dos dados do estado do paciente, incluindo um questionário;
    - um exame clínico com uma avaliação dos sintomas neurológicos, da astenia, das perturbações psico-emocionais e vasculares vegetativas;
    •- uma verificação das principais anomalias orgânicas no sistema nervoso central;
    •- uma avaliação dos índices de tónus vegetativo, da hemodinâmica central, da respiração externa.
A toma de um suplemento de taxifolina melhorou determinados problemas, nomeadamente as dores de cabeça, a insónia, os problemas asténicos e vasculares vegetativos, bem como as vertigens. Estas melhorias foram mais relevantes nos pacientes com uma encefalopatia ligada a problemas vasculares na sequência de um acidente vascular cerebral. Diminuiu igualmente a labilidade emocional, a irritabilidade, a ansiedade, o mau humor, a hipocondria e a fixação nos seus próprios sentimentos. Uma vez mais, estas melhorias foram mais significativas nos pacientes que sofriam as consequências de um acidente vascular cerebral, excepto no caso do mau humor e da hipocondria. Os índices da actividade mnésica intelectual eram melhores em dois terços dos pacientes após a administração da taxifolina, bem como a concentração e a atenção. A memória dos pacientes melhorou em 70% e o volume da memória operacional dos homens aumentou em 66,7% dos casos.
Os dados dos estudos com pacientes de média idade com uma encefalopatia ligada a uma disfunção da circulação cerebral mostram que a taxifolina exerce efeitos de activação moderados relativamente aos mecanismos centrais da regulação vegetativa funcional e psico-emocional.
Foram realizados ensaios clínicos em 52 pacientes para avaliar o efeito da taxifolina associada à vitamina C em pacientes com perturbações da circulação sanguínea cerebral. O tratamento foi administrado durante 21 dias. A toma do suplemento teve como resultado uma diminuição da viscosidade do sangue e da tendência para formar coágulos, uma melhoria da memória, da atenção, dos desempenhos mentais, uma diminuição das vertigens, uma normalização do sono, um alívio das dores de cabeça e uma diminuição da fadiga. Não se observou qualquer alteração desta natureza no grupo controlado por placebo2, 3.

Taxifolina e doenças cardiovasculares

Alguns cientistas mostraram que a taxifolina inibe a peroxidação lipídica – um processo que conduz frequentemente à aterosclerose4. Num estudo realizado com animais, a taxifolina inibiu a peroxidação dos lípidos séricos e hepáticos após uma radiação ionizante tóxica5. Os seus efeitos inibidores são reforçados pelas vitaminas C e E6. Ao inibir a peroxidação das perigosas lipoproteínas de baixa densidade, a taxifolina ajuda a prevenir a aterosclerose.
Baixar os níveis elevados de lipoproteínas de baixa densidade é um dos objectivos principais dos tratamentos anti-colesterol e das estatinas utilizadas pelos médicos. Estudos realizados sugerem que a taxifolina poderia ser útil nos esforços terapêuticos feitos para baixar o LDL. Com efeito, ele inibiria a formação da apoproteína B, um dos primeiros constituintes do LDL. Ela diminuiria a síntese dos lípidos no fígado provocando de forma concomitante uma diminuição da secreção da apoproteína B e um aumento da secreção da apoproteína A7.
Outros estudos mostraram, em ratos, que a taxifolina baixa os níveis séricos e hepáticos de lípidos e as concentrações de colesterol. A sua acção, neste plano, é muito mais eficaz do que a da quercetina.
Por outro lado, estudos em animais mostraram que a taxifolina baixa os níveis elevados de tensão arterial e normaliza uma medição eléctrica associada à activação dos ventrículos cardíacos.

Previne as complicações da diabetes

A diabetes pode ter consequências gravas, nomeadamente no sistema cardio-vascular e nos olhos. Os cientistas notaram que as pessoas que sofrem de diabetes de tipo II têm um risco elevado de doença arterial. Isso deve-se, em parte, ao facto de a diabetes de tipo II aumentar a capacidade de determinados glóbulos brancos – os neutrófilos – aderirem à parede dos vasos sanguíneos, ou endotélio8. Tal pode contribuir para o desenvolvimento de doenças vasculares em todo o organismo e, em particular, nos vasos sanguíneos essenciais do coração. Um estudo russo mostrou que a taxifolina inibe a actividade pró-inflamatória dos neutrófilos em pacientes com diabetes de tipo II e, dessa forma, ajuda a proteger o sistema vascular dos efeitos nefastos da doença9.
Nos diabéticos, a taxifolina mostrou que pode conferir uma protecção contra duas causas comuns da perda de visão: a degenerescência macular e as cataratas. A degenerescência macular acontece quando uma região da retina do olho responsável pela visão dos pormenores começa a deteriorar-se. A taxifolina propicia a circulação sanguínea nesta região, o que confere uma protecção contra a perda de visão. Além disso, ao inibir a actividade de uma enzima no cristalino do olho, ela poderia igualmente ajudar a prevenir a formação de cataratas nos pacientes diabéticos.

Manutenção da saúde do sistema nervoso central

O cérebro e o sistema nervoso central são particularmente vulneráveis face aos efeitos nocivos dos radicais livres. Com o passar dos anos, as lesões radicalares podem acumular-se no cérebro e conduzir a um declínio cognitivo e a doenças como a demência ou a doença de Alzheimer. A taxifolina oferece uma protecção essencial ao cérebro e aos neurónios.
Para ver de que forma a taxifolina protege o cérebro das lesões, cientistas usaram um modelo animal de acidente vascular cerebral. A taxifolina inibe a expressão de enzimas que conduzem à inflamação. Além disso, ela ajuda a impedir que os glóbulos brancos inflamatórios ataquem zonas cerebrais vulneráveis e adiram a elas. Estas acções ajudam a conferir uma neuroprotecção vital contra as lesões oxidativas induzidas pelos radicais livres – que se verificam frequentemente quando o cérebro não recebe sangue e oxigénio suficientes10, 11.
A par do declínio cognitivo que acompanha frequentemente o envelhecimento, funções essenciais como a percepção, o raciocínio, a linguagem e a consciência podem igualmente ser afectadas de forma negativa. Proteger as regiões do cérebro que gerem estas funções constitui um outro efeito benéfico importante da taxifolina. Num estudo, os investigadores constataram que a taxifolina impedia os radicais livres de provocar lesões oxidativas nas células nervosas cruciais que gerem estas funções12.
Ao proteger as células cerebrais e o sistema nervoso central, a taxifolina poderia ajudar a evitar algumas das alterações mais devastadoras associadas ao envelhecimento.

Uma protecção contra as lesões hepáticas e as hepatites

Inúmeros produtos químicos utilizados na indústria e no comércio, como as dioxinas, os dibenzofuranos ou o tetracloreto de carbono actuam como venenos no fígado. Alguns podem induzir uma toxicidade hepática e uma hepatite propiciando a peroxidação lipídica hepática. Graças ao seu potente poder antioxidante, a taxifolina poderia proteger o fígado contra os perigos da exposição a produtos tóxicos ou a vírus. Quando se administra um suplemento de taxifolina a ratos durante quatro dias antes de os expor a produtos químicos utilizados no passado na limpeza a seco e nas indústrias do frio, constata-se que estes são protegidos contra os efeitos indutores de hepatites destas toxinas13.
Além disso, em modelos de ratinhos de lesões hepáticas, a taxifolina inibia mais eficazmente do que a vitamina E as alterações bioquímicas que conduzem à hepatite. Mais especificamente, a taxifolina bloqueava a produção de factor de necrose tumoral alfa, um indutor da inflamação, bem como a infiltração das células do sistema imunitário.
A taxifolina evidencia propriedades promissoras susceptíveis de combater a hepatite A. O vírus da hepatite A é geralmente contraído ao comer alimentos contaminados. Em laboratório, a taxifolina inibe a replicação e os efeitos patogénicos do vírus da hepatite A14.
A toma de um suplemento de taxifolina comporta assim importantes efeitos benéficos para o fígado, ajudando-o a proteger-se dos efeitos nocivos de uma exposição a toxinas ou a infecções por vírus de hepatites.

Reforça o sistema imunitário

Existem estudos que sugerem que a taxifolina poderia ajudar a combater infecções graves, como a pneumonia ou a infecção por VIH.
Um grupo de investigadores examinou os efeitos da taxifolina em pacientes com pneumonia aguda. Quando os sujeitos seguiam um tratamento padrão e tomavam um suplemento com uma fórmula antioxidante contendo taxifolina, recuperavam mais facilmente dos sintomas de inflamação pulmonar do que os pacientes que apenas seguiam um tratamento clássico15.
Estudos preliminares parecem sugerir que a taxifolina poderia ajudar a combater o vírus do VIH. Recentemente descobriu-se que ela inibe a actividade de uma enzima que os vírus como o VIH utilizam para replicar o seu material genético16.

Uma acção em sinergia com a da vitamina C

A taxifolina reforça os efeitos benéficos da vitamina C aumentando a duração da sua actividade biológica, estimulando a sua regeneração e atrasando a sua eliminação do organismo. Na Rússia, um complexo de taxifolina e de vitamina C constitui um tratamento popular de inúmeras doenças que têm em comum o stress oxidativo como mecanismo subjacente.

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Références :
1. Teselkin Yu O. et al., Dihydroquercetin as a mean of antioxidant defence in rats with tetrachloromethane hepatitis, Phytotherapy Research, 11 May 2000, vol. 14, issue 3, 160-162.
2. Plotnikov M.B. et al., Hemorheological and antioxidant effects of Ascovertin in patients with sclerosis of cerebral arteries, Clin. Hemorheol. Microcirc., 2004, 30(3-4): 449-52.
3. Plotnikov M.B. et al., Clinical efficacy of a novel hemorheological drug ascovertin in patients with vascular encephalopathy, Zh. Nevrol. Psikhiatr. Im SS Korsakova, 2004, 104(12): 33-7.
4. Kravchenko L.V. et al., Effects of flavonoids on the resistance of microsomes to lipid peroxidation in vitro and ex vitro, Bull. Exp. Biol. Med., 2003 Dec, 136(6): 572-5.
5. Teselkin Yu O. et al., Influence of dihydroquercetin on the lipid peroxidation of mice during post-radiation period, Phytotherapy Research, 1998, 12: 517-9.
6. Vasiljeva O.V. et al., Effect of combinated action of flavonoids, ascorbate and alpha-tocopherol on peroxidation of phospholipid liposomes induced by Fe2 + ions, Membr. Cell. Biol., 2000, 14(1): 47-56.
7. Theriault et al., Modulation of hepatic lipoprotein synthesis and secretion by taxifolin a plant flavonoid, Journal of Lipid Research, vol. 41, 1969-1979. December 2000.
8. Van Oostrom A.J. et al., Increased expression of activation markers on monocytes and neutrophils in type 2 diabetes, Neth. J. Med., 2004 Oct, 62(9): 320-5.
9. Fedosova N.F. et al., Mechanism underlying diquertin-mediated regulation of neutrophil function in patients with non-insulin-dependant diabetes mellitus, Bull. Exp. Biol. Med., 2004 Feb, 137(2): 143-6.
10. Wang Y.H. et al., Taxifolin ameliorate cerebral ischemia-reperfusion injury in rat through its anti-oxidative effect and modulation pf NF-kappa B activation, J. Biomed. Scien., 2006 Jan, 13(1): 127-41.
11. Wang Y.H. et al., Prevention of macrophage adhesion molecule-1dependant neutrophil firm adhesion by taxifolin through impairment of protein kinase-dependant NADPH oxidase activation and antagonism of G protein-mediated calcium influx, Biochem. Pharmacol., 2004 June 15, 67(12): 2251-62.
12. Dok-Go H. et al., Neuroprotective effects of antioxidative flavonoids, quercetin, dihydroquercetin and quercetin 3-méthyl ether isolated from Opuntia ficus-indica var. Saboten, Brain Res., 2003 Mar 7, 965(1-2):130-6.
13. Teselkin Yu O., Dihydroquercetin as a mean of antioxidative defence in rats with tetrachloromethane hepatitis, Phytother. Res., 200 May, 14(3): 495-502.
14. Biziagos E. et al., Effect of antiviral substances on hepatitis A virus replication in vitro, J. Med. Virol., 1987 May, 22(1) : 57-66.
15. Kolhir V.K. et al., Use of a new antioxidant diquertin as adjuvant in the therapy of patients with acute pneumonia, Phytotherapy Research, 1998, 12: 606-8.
16. Chu S.C. et al., Inhibitory effects of flavonoids on Moloney murine leukemia virus reverse transcriptase activity, J. Nat Prod., Feb 1992, 55(2): 179-83.
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