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02-02-2015

O triptofano está de volta em grande

Tryptophane O L-triptofano é um dos 8 aminoácidos essenciais da alimentação humana. É o precursor metabólico da serotonina, da melatonina e da niacina. Foi descoberto em 1901 por Sir Frederick Growland, que demonstrou também a sua importância vital. O L-triptofano é utilizado para aliviar a depressão, propiciar o adormecer e ajudar a perder peso.

De novo autorizado como suplemento nutricional

Em 1989, nos Estados Unidos, as importações de triptofano e a sua utilização como suplemento nutricional foram proibidas. Em 1990 aconteceu o mesmo na Europa. Estas proibições foram implementadas na sequência do surgimento de casos de uma doença mortal auto-imune que foram associados a um lote de triptofano que não havia sido preparado correctamente. Isto apesar de ter sido reconhecido que este triptofano era proveniente de uma única fábrica japonesa que havia deixado um metabolito bacteriano tóxico introduzir-se no processo de purificação.
Durante mais de dez anos, a utilização do triptofano ficou limitada a medicamentos sujeitos a receita médica, a leites em pó para bebés e a produtos de alimentação parentérica.

Em 1994, o 5-HTP surgiu como solução alternativa aos suplementos nutricionais de triptofano. Este último é naturalmente transformado em 5-HTP no organismo.
Recentemente, o triptofano voltou a estar disponível e é vendido como suplemento nutricional nos Estados Unidos e em determinados países europeus. >

Um aminoácido essencial fornecido pela alimentação

Fornecido pelos alimentos ricos em proteínas, o triptofano está presente nomeadamente na carne, no peixe, nos ovos, nos lacticínios, nos alimentos ricos em amido ou nos frutos secos. É frágil e é destruído por uma cozedura muito prolongada ou por calor muito intenso.
O L-triptofano é o aminoácido menos abundante; uma alimentação clássica geralmente apenas fornece 0,25 g a 1,5 g diários de triptofano. Ao nível hepático, apenas temos uma reserva muito fraca de triptofano; este aporte diário está muitas vezes no limite das necessidades, tendo por consequência uma sub-carrência frequente deste aminoácido essencial
Além disso, este aporte deve ser realizado entre seis a oito horas antes de deitar, para que a digestão das proteínas seja completa, o triptofano seja armazenado no fígado e libertado progressivamente na circulação.
Por outro lado, consoante os alimentos, o triptofano nem sempre é bem absorvido e bem utilizado ao nível do cérebro. O cérebro recebe geralmente menos de 1% do triptofano ingerido. Para o cérebro, até recuperar esta pequena parcela é particularmente difícil devido à barreira hemato-encefálica. Esta última tem como função impedir que toxinas ou mesmo quantidades excessivas de nutrientes penetrem no cérebro. Mesmo para os nutrientes essenciais, a passagem revela-se por vezes muito difícil. É esse, nomeadamente, o caso da serotonina, que não consegue atravessar a barreira hemato-encefálica, ao passo que o seu precursor – o triptofano – consegue. Os nutrientes devem transpor a barreira hemato-encefálica em moléculas de transporte. Mas o triptofano tem de partilhar essas moléculas de transporte com cinco outros aminoácidos: a tirosina, a fenilalanina, a valina, a leucina e a isoleucina. Assim, por exemplo, um excesso ou uma insuficiência de tirosina inibirá a passagem do triptofano.
Por outro lado, o triptofano é utilizado no organismo para fabricar diferentes proteínas. Nos sujeitos cujo consumo de vitamina B3 é fraco ou moderado, o triptofano pode ser utilizado pelo fígado para a produzir a um custo elevado de 60 mg de triptofano para 1 a 2 mg de vitamina B3. Nos indivíduos com carências, mesmo que ligeiras, de vitamina B6, o triptofano pode ser rapidamente degradado em metabolitos ligeiramente tóxicos.

Precursor da serotonina


O seu papel mais conhecido e mais importante é como precursor metabólico do neurotransmissor serotonina. Inúmeros estudos mostram que uma subida das concentrações de triptofano no cérebro tem como resultado um aumento da libertação de serotonina. Esta desempenha um papel crucial na regulação do humor, da ansiedade, do apetite e do sono.

Outros neurotransmissores e produtos químicos do sistema nervoso central – como a melatonina, a dopamina, a norepinefrina e a beta-endorfina – vêm os seus níveis aumentar com a administração de triptofano por via oral.
Existem poucos dados que liguem o triptofano à modulação do sistema endócrino. Os seus efeitos nos níveis de cortisol são irregulares.
A administração de triptofano por via intravenosa estimula a secreção de prolactina e da hormona do crescimento, mas não foi testada qualquer associação semelhante com administração por via oral.

Mecanismo de conversão em serotonina

A serotonina – ou hidroxitriptamina (5-HT) – foi identificada pela primeira vez há mais de 50 anos e, desde então, os cientistas continuam a descobrir-lhe novos interesses e novas funções no organismo.

Alguns estudos realizados mostraram que a serotonina desempenha um papel primordial na depressão, nos estados de humor, na ansiedade, no sono, no controlo do apetite, na memória, na aprendizagem, na regulação da temperatura do corpo, no comportamento sexual, nas alucinações, nas funções cardiovasculares, nas contracções dos músculos esqueléticos, na regulação das hormonas endócrinas, na coagulação do sangue e na motilidade do sistema gastrointestinal2.
Foi nos anos 70 do século XX que se percebeu o papel importante da serotonina nos casos de depressão. Em inúmeras pessoas com depressão, haviam sido observados níveis baixos de um metabolito da serotonina, o ácido 5-hidroxiindolacético (5-HIAA), no líquido que circunda o cérebro e a espinal medula. Tal poderia significar que o cérebro não produzia, nem metabolizava quantidades normais de serotonina3.

Os investigadores verificaram também que os indivíduos que tentavam o suicídio apresentavam níveis anormalmente baixos de 5-HIAA. Estes dados sugeriam que uma deficiência em serotonina poderia, de facto, predispor determinadas pessoas a pôr termo à vida4.
Mostrou-se também que a serotonina desempenha um papel importante nos comportamentos agressivos.

L-triptofano, hidratos de carbono e obesidade

Seguir uma alimentação rica em proteínas para obter mais triptofano apenas complica o problema, aumentando ainda mais – em simultâneo – o consumo dos cinco aminoácidos que entram em competição com ele para atravessar a barreira hemato-encefálica. Na realidade, a única forma de aumentar o aporte de triptofano ao cérebro consiste em seguir uma alimentação rica em hidratos de carbono. Neste caso, o corpo segrega grandes quantidades de insulina para baixar o pico da glicose, que provocou. Esta insulina liberta igualmente do sangue a maioria dos cinco aminoácidos que entram em competição com o triptofano para chegar ao cérebro. O triptofano tem depois o “transporte” só para ele, o que permite que maiores quantidades cheguem ao cérebro.
Esta estratégia é instintivamente conhecida e praticada por inúmeras pessoas, que consomem grandes quantidades de hidratos de carbono – como pão, bolos, batatas fritas, pizzas e gelados – especialmente quando se sentem deprimidas, ansiosas ou stressadas.

O aumento da serotonina cerebral produzida por esta prática diminui a excitação e a ansiedade, propiciando (de forma temporária) uma sensação de bem-estar e de segurança. Contudo, esta estratégia tem um preço. Esta mesma insulina que aumenta o nível de serotonina cerebral aumenta também a conversão das gorduras, dos hidratos de carbono e dos aminoácidos libertados do sangue em gorduras corporais armazenadas. É neste ponto que reside a ligação entre a dependência de hidratos de carbono, a obesidade e a serotonina.

Tomar um suplemento de triptofano é a forma mais natural de vencer os problemas de produção de serotonina cerebral. Contrariamente a uma alimentação rica em proteínas, a toma de um suplemento em triptofano não irá aumentar os níveis sanguíneos dos cinco aminoácidos que com ele competem. Dado que uma alimentação normal apenas fornece diariamente 1 a 1,5 g, a toma de um suplemento, mesmo de dose baixa (500 a 3000 mg), terá um efeito significativo no aumento dos níveis de triptofano no sangue e no cérebro.
Em condições normais, a enzima cerebral triptofano hidroxilase (TH) apenas é saturada a 50%. Isto significa que o mecanismo de produção da serotonina fica inexplorado em 50%. Assim um aumento da matéria-prima (o triptofano) terá tendência para aumentar automaticamente a introdução de serotonina cerebral.
A TH converte o triptofano em 5-hidroxitriptofano (5-HTP). Uma enzima dependente da vitamina B6 converte depois o 5-HTP em serotonina; mais serotonina activa com mais eficácia os circuitos neuronais da serotonina, controlando a sensação de calma, melhorando o humor, o influxo nervoso e o apetite.
Alguns investigadores mostraram que, em mulheres bulímicas, uma alimentação sem triptofano induz um aumento significativo da fadiga e uma tendência para a ansiedade e a indecisão5, bem como um aumento do consumo de calorias e um estado de irritação. Estes resultados indicam que as mulheres com uma bulimia nervosa têm uma resposta patológica ou exagerada às alterações transitórias da actividade da serotonina6.

L-triptofano – um antidepressivo natural

Seguir uma alimentação rica em proteínas para obter mais triptofano apenas complica o problema, aumentando ainda mais – em simultâneo – o consumo dos cinco aminoácidos que entram em competição com ele para atravessar a barreira hemato-encefálica. Na realidade, a única forma de aumentar o aporte de triptofano ao cérebro consiste em seguir uma alimentação rica em hidratos de carbono. Neste caso, o corpo segrega grandes quantidades de insulina para baixar o pico da glicose, que provocou. Esta insulina liberta igualmente do sangue a maioria dos cinco aminoácidos que entram em competição com o triptofano para chegar ao cérebro. O triptofano tem depois o “transporte” só para ele, o que permite que maiores quantidades cheguem ao cérebro. Esta estratégia é instintivamente conhecida e praticada por inúmeras pessoas, que consomem grandes quantidades de hidratos de carbono – como pão, bolos, batatas fritas, pizzas e gelados – especialmente quando se sentem deprimidas, ansiosas ou stressadas. O aumento da serotonina cerebral produzida por esta prática diminui a excitação e a ansiedade, propiciando (temporariamente) uma sensação de bem-estar e de segurança. Contudo, esta estratégia tem um preço. Esta mesma insulina que aumenta o nível de serotonina cerebral aumenta também a conversão das gorduras, dos hidratos de carbono e dos aminoácidos libertados do sangue em gorduras corporais armazenadas. É neste ponto que reside a ligação entre a dependência de hidratos de carbono, a obesidade e a serotonina. Tomar um suplemento de triptofano é a forma mais natural de vencer os problemas de produção de serotonina cerebral. Contrariamente a uma alimentação rica em proteínas, a toma de um suplemento em triptofano não irá aumentar os níveis sanguíneos dos cinco aminoácidos que com ele competem. Dado que uma alimentação normal apenas fornece diariamente 1 a 1,5 g, a toma de um suplemento, mesmo de dose baixa (500 a 3000 mg), terá um efeito significativo no aumento dos níveis de triptofano no sangue e no cérebro. Em condições normais, a enzima cerebral triptofano hidroxilase (TH) apenas é saturada a 50%. Isto significa que o mecanismo de produção da serotonina fica inexplorado em 50%. Assim um aumento da matéria-prima (o triptofano) terá tendência para aumentar automaticamente a introdução de serotonina cerebral. A TH converte o triptofano em 5-hidroxitriptofano (5-HTP). Uma enzima dependente da vitamina B6 converte depois o 5-HTP em serotonina; mais serotonina activa com mais eficácia os circuitos neuronais da serotonina, controlando a sensação de calma, melhorando o humor, o influxo nervoso e o apetite. Um grupo de investigadores mostrou que, em mulheres bulímicas, uma alimentação sem triptofano induz um aumento significativo da fadiga e uma tendência para a ansiedade e a indecisão5, bem como um aumento do consumo de calorias e um estado de irritação. Estes resultados indicam que as mulheres com uma bulimia nervosa têm uma resposta patológica ou exagerada às alterações transitórias da actividade da serotonina.
O aumento da serotonina cerebral produzida por esta prática diminui a excitação e a ansiedade, propiciando (temporariamente) uma sensação de bem-estar e de segurança. Contudo, esta estratégia tem um preço. Esta mesma insulina que aumenta o nível de serotonina cerebral aumenta também a conversão das gorduras, dos hidratos de carbono e dos aminoácidos libertados do sangue em gorduras corporais armazenadas. É neste ponto que reside a ligação entre a dependência de hidratos de carbono, a obesidade e a serotonina.

De entre os inúmeros ensaios clínicos publicados desde 1970 e relacionados com a utilização do triptofano em casos de depressão, os que utilizaram doses moderadas (1 a 3 g diários) obtiveram frequentemente melhores resultados do que os que usaram doses superiores (6 a 9 g diários). Tal deve-se à triptofano pirolase (TP), uma enzima hepática. Esta enzima desempenha um papel crucial nas vias normais de degradação do triptofano hepático.
A TP é activada por, pelo menos, dois factores.
O primeiro é a hormona do stress – o cortisol – produzido pelas glândulas supra-renais. Este é libertado em resposta a um stress crónico incessante ao qual não é possível fugir nem é possível combater. O nível de cortisol é frequentemente elevado nos casos de depressão, insónias e obesidade, para os quais o triptofano e a serotonina se podem revelar úteis. Assim, tomar triptofano em situações em que o nível de cortisol é elevado devido ao stress fornece pouca serotonina adicional no cérebro devido à activação da TP pelo cortisol.
O segundo é o aumento do consumo de triptofano. A TP utiliza a via da quinurenina, a principal via de degradação do triptofano. Um consumo significativamente maior de triptofano aumenta portanto automaticamente a actividade da TP. De novo, como a actividade hepática da TP aumenta muito, mais triptofano adicional não se traduzirá forçosamente num aumento da serotonina no cérebro.
Por esta razão, a mais fraca dose de triptofano que alivia eficazmente os sintomas de deficiência de serotonina é também a mais eficaz. Ensaios clínicos mostram que um suplemento de 500 a 1500 mg de triptofano – tomado ao deitar de forma regular – é frequentemente suficiente para aliviar os problemas relacionados com falta de serotonina.

Depressão sazonal

Durante o período que precede o solstício de Inverno e que se segue a ele, os dias são mais curtos e a luz do sol faz-se sentir menos. Em algumas pessoas, este período cinzento desencadeia uma verdadeira depressão; a depressão sazonal. Como resulta de uma falta de luz, basta geralmente tratá-la por meio de fototerapia.
Vários estudos, alguns controlados por placebo, demonstraram que se reactivavam os sintomas em pacientes com depressão sazonal quando se suprimia o L-triptofano da sua alimentação na altura em que estavam em remissão (durante o Verão ou após tratamento por fototerapia). Posteriormente, um pequeno estudo indicou que a toma diária de um suplemento com 4 a 6 g de L-triptofano repartidos em várias doses era tão eficaz como a fototerapia9 e mais eficaz do que um placebo no tratamento da depressão sazonal10.
Comparou-se o tratamento com triptofano durante quatro semanas (2 g duas vezes por dia, aumentado para 2 g três vezes por dia na ausência de resposta) com a fototerapia (10 000 lux durante 30 minutos todas as manhãs). Após 7 semanas, observaram-se respostas idênticas nos dois grupos de pacientes. Contudo, quando se interrompeu a fototerapia, os pacientes tiveram recaídas mais rapidamente do que os que haviam tomado o triptofano. Observaram-se resultados semelhantes com a fototerapia ou o triptofano em 14 pacientes com depressão sazonal11. Foi-lhes administrado 1000 mg de triptofano três vezes por dia além de serem expostos 30 minutos por dia, de manhã, a uma luz artificial de amplo espectro de intensidade luminosa de 10 000 lux. Obteve-se uma melhoria significativa em 9 dos pacientes.

O L-triptofano propicia o adormecer

A capacidade que o triptofano tem de propiciar o adormecer foi descrita pela primeira vez em 196212. O triptofano foi então abundantemente utilizado como tratamento em sujeitos que tinham dificuldade em adormecer.
Perto de 50 estudos testaram o triptofano enquanto sonífero. Embora os resultados variem, estabeleceu-se um consenso: o triptofano pode ser um sonífero eficaz em determinadas circunstâncias. Apesar de ser ineficaz como sonífero padrão nos casos de insónia grave, pode reduzir para perto de metade o tempo que se demora a adormecer nos casos de insónia ligeira, mesmo com doses baixas (250 mg).
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1. Poldinger W. et al., A functional-dimensional approach to depression serotonin deficiency as a target syndrome in a comparison of 5-hydroxytryotophan and fluvoxamine, Psychopathology, 1991, 24: 478-480.
2. Morgenthaler John, Lenard Lane PhD, 5-HTP: the natural alternative to Prozac. 3. Asberg M. et al., Serotonin depression: a biochemical subgroup within affective disorders, Science, 1976, 191: 478-480.
4. Van Praag H., Biological suicide research: outcome and limitations, Biol. Psychiatry, 1986, 21: 1305-1323.
5. Fernstrom J.D. et al., Acute tryptophan depletion in bulimia: effects on large neutral amino acids, Biol. Psychiatry, 1994 Mar 15, 35:6, 388-397.
6. Weltzin T.E. et al., Acute tryptophan depletion and increased food intake and irritability in bulimia bervosa, Am. J. Psychiatry, 1995, 152: 3668-3671.
7. Thomson J. et al., The treatment of depression in general practice: a comparison of L-tryptophan, amitriptyline and a combination of L-tryptophan and amitriptyline with placebo, Psychol. Med., 1982, 12: 741-751.
8. Murphy S.E. et al., Tryptophan supplementation induces a positive bias in the processing of emotional material in healthy female volunteers, Psychopharmacology (Berl), 2006 Jul, 187 (1): 121-30.
9. Ghadirian A.M. et al., Efficacy of light versus tryptophan in seasonal affective disorder, J. Affect. Disord., 1998, 50: 23-7.
10. Lam R.W. et al., L-tryptophan augmentation of light therapy in patients with seasonal affective disorder, Can. J. Psychiatry, 1997, 42: 303-6.
11. McGrath R.E. et al., The effect of L-tryptophan on seasonal affective disorder, J. Clin. Psychiatry, 1990, 51: 162-163.
12. Siegenthaler W., Klinische Pathophysiologie, 1987, 6 Aufl. Thieme, Stuttgart New York S 149, 1161.
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